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Como eu gosto de Abacaxi Brasil

Gosto muito de abacaxi, é fresco e combina tanto com o verão. Mais ainda quando se trata dos biquínis de Vivane Schmitz da Abacaxi Brasil. Entra nesta viagem do Rio de Janeiro a Lisboa e fica a conhecer as cores que pintam o meu verão.

Eu sou fã de água de coco, abacate e abacaxi (e tudo soa a Brasil com isto). Sou também fã de dias longos de verão, areia quente, sombrinhas, pele bronzeada, pranchas de surf e muita boa disposição à mistura. Mas nada disto faz sentido se não estivermos giras e felizes na praia.

Foi exatamente na praia do Rio de Janeiro que nasceu a Abacaxi Brasil, de Viviane Schmitz. Formada em Cinema e com uma pós-graduação em Comunicação Social, confessa, em tom de brincadeira, que trocou o mundo da produção na Globo pelos biquínis. E ainda bem que o fez. O amor trouxe-a da cidade maravilhosa a Portugal e por cá foi incentivada a apostar na marca que criou aos 25 anos. Hoje, aos 30 e em Lisboa, está feliz por descobrir que as portuguesas adoram o Rio de Janeiro e que essa boa energia é em parte responsável pelo sucesso da marca. «Eu não imaginava que as portuguesas adorassem TANTO o Rio de Janeiro. Acho que o fato de as portuguesas gostarem tanto desta “energia brasileira de ser”, acaba ajudando e contribuindo para o sucesso da minha marca», conta Viviane.

A Abacaxi Brasil não vende online, o que nos dá alguma exclusividade ao usar os biquínis. Participa em algumas feiras, como na Summer Market Stylista, mas para encontrar estes abacaxis temos de viajar até ao showroom no Príncipe Real, na Travessa Monte do Carmo, 46. Basta tocar à porta que nos aparece Viviane, muito sorridente, pronta a receber-nos. O espaço apela a praia. Biquínis, fatos de banho (ou seja, maiôs), de “jeitinho carioca”, com vibrações do Brasil pelos cortes e cores que tem, pendurados em cabides de corda que contrastam com a parede branca. Assim que entramos, e pela luz natural que rompe por este pequeno espaço, temos vontade de experimentar tudo. O mais difícil é decidir o que levar (na dúvida, levamos um de cada, já que os preços são acessíveis). Dos 14 aos 60 anos, os biquínis Abacaxi Brasil são para todas as mulheres que se identifiquem com a essência da marca, ou seja, a brasilidade que flui nas cores e vibrações que nos levam de volta até ao Rio de Janeiro.

E porquê Abacaxi Brasil? A resposta foi fácil.«A imagem da fruta abacaxi representa de certa forma o Brasil para mim, pelas cores verde e amarelo. Além de ser algo que é mais gostoso comer no calor, ou seja, remete o verão», disse Viviane. E eu não podia estar mais de acordo. Este verão uso e abuso de Abacaxi Brasil.

O’Neill e a coleção amiga do ambiente para mulheres

Quando uma marca com a O’Neill se preocupa com o mar, só pode dar vida a uma coleção amiga do ambiente. Da Califórnia para o mundo, eis a O’Neill Active, a coleção para mulheres ativas feita a partir dos plásticos perdidos pela praia.

Por defender a sustentabilidade, acreditar que é por aqui o caminho de futuro para o nosso planeta, encontrar marcas gigantes como a O’Neill a dar cartas nesta área, significa que estou certa das minhas intenções. A O’Neill Active é uma linha eco-friendly que integra a iniciativa global da marca, a O’Neill Blue – Our Ocean Mission que tem como objetivo produzir roupas de surf sustentáveis.

A O’Neill Active surge então nesse contexto, e combina matéria reciclada a materiais de desempenho, através de fios têxteis feitos a partir de plástico reciclado (um projeto da startup norte-americana Bionic). A coleção vai estar à venda a partir de março no site e foi pensada para atividades como a corrida, o surf e o yoga. Conta com sutiãs de desporto, calções, leggings, roupa de surf e fatos de banho com extras que me agradam muito: tem proteção raios UV, secagem rápida e absorvente, e cores vibrantes. Resumindo e concluindo, a reciclagem está mesmo na moda!

Josea Surfwear: surfistas, estes biquinis não saem do lugar

Quantas vezes damos por nós aos trambolhões no mar e a perder o biquini do seu devido lugar? Se também te acontece, a Josea Surfwear, além de nos assegurar que nos mantém vestidas dentro de água, é uma marca de surfwear amiga do ambiente.

Porque ando sempre à procura de biquini, nunca são demais na minha gaveta, se pudesse tinha um closet só de biquinis para usar o ano inteiro, mas como existe o inverno tenho que me resguardar para os meses de verão. Ainda assim, não deixo de procurar marcas que me cativem. A Josea Surfwear é uma delas.

sustainable-swimwear-joseaRecorrendo a uma elasticidade especial, as peças são concebidas para um cair perfeito, sem criar marcas de pressão. A inspiração da Josea Surfwear centra-se na água, evidente nos padrões com referência aos diferentes azuis, tons mais veraneantes e elementos do mar como as tartarugas (que por sinal são um símbolo de sorte no surf), bem como os nomes das peça associadas a praias e ondas mundiais como Pipeline ou Mavericks. Tudo invoca boa vida, boa praia e muito desporto.

Além de ser desenhada para miúdas ativas dentro de água tal como Jocelyn Kotulla, que é fundadora da Josea Surfwear e praticante de kitesurf, é uma marca sustentável. Isto quer dizer que para Jocy não faria sentido dar vida a uma marca de surfwear sem colocar a questão ambiental como foco. Sendo a natureza base do surf e kitesurf há que preservar o nosso meio ambiente. Para isso, a Josea Surfwear recorre a materiais reciclados e não usa plásticos de forma a garantir a prática das nossas paixões em condições sustentáveis.

Para ficarem a conhecer mais sobre a marca sigam-na no Facebook e Instagram. As compras online podem ser feitas no site da Josea Surfwear.

Tuhkana Swimwear: paraíso na Costa Oeste

É de facto paraíso, a junção mágica de sal na pele e um biquíni como extensão do corpo da mulher. Mais ainda quando outras culturas se apercebem quão apaixonados são os portugueses pela praia, sendo natural criar uma aliança entre as lycras, o design e o tucano exótico que ainda hoje é uma palavra de influência portuguesa um pouco por toda a parte. E Tuhkana Swimwear nasce assim…

A vontade de seguir um sonho de longa data levou a Rute Ribeiro Martins, uma portuguesa pelo mundo, a criar a Tuhkana Swimwear. Passou por Dublin; hoje está por Chicago, a Rute e a sua marca de biquinis. De lá cruz a qualidade dos tecidos com o Brasil, que têm “excelente conhecimento das técnicas, tecidos sustentáveis e acabamentos de excelência.”

A Tuhkana Swimwear funde designs ousados, cortes femininos e modernos a materiais confortáveis. Os produtos são desenhados com inspiração nos cortes de cintura baixa europeus e os cortes mais cavados brasileiros. A marca acredita que cada mulher tem um corpo único e sabe que é difícil encontrar um biquíni que sirva à primeira. Por isso, todos os modelos são vendidos separadamente, para podermos escolher o tamanho que melhor nos serve.

Ganhei ainda mais empatia pela Tuhkana Swimwear por isto: a nova coleção West Coast, inspirada na simplicidade e beleza das praias da costa oeste europeia, foi produzida exclusivamente com tecidos sustentáveis e amigos do ambiente. Depois, encontramos na Tuhkana modelos clássicos mas muito modernos nas linhas simples e beleza intemporal.

Para as surfistas significa que há aqui escolha de biquinis mais desportivos como o Sunshine Top, Salty Top, e o Sharp Top, entre tantos outros. O melhor é espreitar a coleção toda. O ADN da Tukhana é online, portanto desde página, a Facebook e Instagram há um universo de “tucanos” por descobrir.

Osú. Beachwear com quê de sagrado

O nome intrigou-me e a delicadeza das peças conquistou-me. Sou etérea, lírica e poesia mas não pensei que alguma vez pudesse encontrar biquinis que me representassem essa maresia. A Osú veio contrariar essa ideia.

Há um quê de experiência nas peças. Conta Kika Seabra, de 26 anos, formada em design de moda, sempre teve vontade de trabalhar com lycras e durante 3 três anos foi dando vida aos biquinis e fatos de banho que imaginava. Por sentir que havia boa aceitação daquilo que criava, apercebeu-se que lhe faltava um elemento para fundamentar o nascer da marca. Margarida Oliveira, 26 anos, designer de interiores, com quem partilha gostos e um percurso idêntico, foi quem justificou essa falta. E a história da Osú começa assim.

Juntas fizeram nascer a Osú. O nome, foi a parte engraçada, segundo a Kika. Certo dia, em casa de uma amiga, deram conta da existência de um animal que iria dar origem a esta marca de beachwear portuguesa. Tratava-se de uma espécie de galinha de silhueta e padrões invulgares, a galinha d’Angola.Intrigadas, começaram a pesquisar sobre esta espécie e aperceberam-se das inúmeras lendas sobre a mesma, de onde se conta quão feia era considerada, mas dotada de muita bondade. Entre letras e histórias, a palavra Osú, que é na verdade a crista desta galinha imperiosa, deu sentido à criação de biquinis, triquinis e fatos de banho que planeavam.

A Osú é assim uma marca sagrada para se passar a ter na gaveta do verão. Como as próprias explicam, o espírito da Osù está intimamente ligado à palavra etérea, pela delicadeza que é transmitida e sentida em cada modelo e padrão. “Desde a criação dos padrões, ao desenho de cada peça, até à criação dos moldes existe uma preocupação natural com a criação harmoniosa na junção das cores, linhas e traços desenhados”, explica a Kika, para que o resultado final seja o reflexo de peças lindas e femininas, que se revelam como uma extensão do corpo da mulher.

Para conceber o sagrado, a inspiração deste ano veio na traça e anos 70. O primeiro elemento foi trabalhado ao nível da forma o segundo, ao nível da silhueta e styling. Esta é a premissa da dupla criativa, trabalhar sempre com duas inspirações para que o resultado seja o mais desprendido e inesperado possível.

Eu já me deixei render ao sagrado e ao profano. Vejam a coleção na página de Facebook e sigam-nas no Instagram. O site está para breve. Haja Osú na vida.

Eu Voke escapar-me daqui para fora

Quero enfiar-me num avião e escapar daqui para fora. Provoca-me isso, nova a coleção da Voke.

Está ali imbuída uma irreverência nas peças de banho da marca portuguesa Voke. É esse o objetivo, o de nos provocar algo. A mim, desperta-me este desejo de voar até uma praia deserta e tingir a pele com o sol quente, vaidosa a desfilar o Quicksilver como extensão da minha personalidade.

Para chegar a esta marca vibrante, Sofia Charola e Inês Franco tiveram de descobrir na amizade de infância o porquê da sua união, e foi o amor pela praia e o talento para criar que acabou por justificar o encontro do destino. Nasceu assim a Voke para mulheres confiantes e arrojadas, cuja postura na praia tem de refletir o seu estilo de vida.

A coleção deste ano é uma autêntica escapatória à nossa rotina. #ESCAPE assenta nesta ambiguidade de fugir a algo para nos tornar livres. Aconselho a fugir até à página de Facebook para ir conhecer a coleção, comprar na plataforma MINTY ou ainda, passar pelo showroom no Príncipe Real, Rua D. Pedro V, nº133/135, em Lisboa. O site vai estar em breve disponível (www.vokeswimwear.com).

Eu vou apanhar um voo #ESCAPE porque o calor já pede um mergulho com um fato de banho cheio de personalidade. Quem me acompanha?

Biquini: o nascer de uma peça atómica

Gosto de biquinis. Gosto de ter vários biquinis e fatos de banho, tudo a que tenho direito. Não há grande razão para isto, apenas gosto de me sentir gira na areia. E isso implica ter uma peça que faça realçar a minha personalidade… gira.

Curiosa como sou, fez-me pensar sobre a primeira mulher a atrever-se a por a pele à mostra, sem preconceitos, na praia ou na piscina. É que há cinquenta anos ainda era proibido mostrar o umbigo.

Louis Rérard, um engenheiro desempregado, filho de mãe costureira, decidiu criar uma peça de vestuário que intitulou de “o fato de banho mais pequeno do mundo”. Para revelar esta peça ele e o parceiro de negócio, Jacques Haim, procuraram por uma modelo capaz de desfilar com a peça composta por quatro triângulos unidos por fio. Micheline Bernardini, corista, a 5 de julho de 1946 foi a única capaz deste feito. Vestiu a micro peça e tal como bomba atómica desfilou na Piscine Monitor, uma badalada piscina em Paris naquela época. Bam! Nasceu o conceito de Bikini, que na verdade é o nome de um atol no oceano Pacífico, onde os americanos andavam a testar a bomba atómica. Não podia ser mais certeiro. Diz a imprensa da altura que isto era um verdadeiro atentado; em particular, os mais conservadores que condenavam o uso do biquini.

E depois disto, Deus criou a mulher. A icónica Brigitte Bardot levou para os ecrãs norte americanos o famoso biquini. A partir desse momento, ter esta peça de vestuário tornou-se vital no armário de qualquer mulher. Estávamos em 1960.

Hoje, o que não nos faltam são escolhas de modelos, padrões e marcas para podermos andar giras pela praia. Para nos ajudar nas compras deste ano, decidi criar uma rubrica Os Meus Biquinis, onde vou falar sobre marcas portuguesas e internacionais. Quero um verão de 2016 só de miúdas giras pela praia. Boas ondas! ≈