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Le Frique Concept Store & Tuhkana Swimwear

Lembram-se da Tuhkana Swimwear? Tenho boas notícias para quem vivem em Lisboa: Pop-Up Store até ao final do mês de Junho na Le Frique Concept Store. Fica no número 4A da Avenida 24 de Julho perto do Mercado da Ribeira.

Vai estar aberta das 10h30 às 19h30 de segunda­-feira a sábado. Se ainda não renovaste os teus biquínis e fatos de banho esta é tua a oportunidade para conhecer de perto a coleção West Coast, que tem como inspiração a simplicidade e beleza das praias da costa oeste europeia.

Além de ficares com peças de design intemporal, a Tuhkana preocupa-se com o ambiente: a coleção foi feita com tecidos sustentáveis e amigos do ambiente. Vamos?

Quando a tua história é a do teu b.kini

Alegra-te, o verão está a chegar. Este é o meu pensamento em loop sempre que vejo biquínis. Há quem tenha paixão por sapatos, relógios ou colecione selos. A minha praia são os biquínis. Mas têm de ser especiais. Tem de ser o b.kini.

Foi nisso que Margarida Egea e Ana Silveira pensaram quando se lançaram no mundo das lycras em 2012. Trazer frescura, originalidade. Estavam cansadas das cópias em massa dos biquínis brasileiros e colombianos que os navios nos faziam chegar. E com razão. Assim nasceu a b.kini. Para todas as mulheres. Reais. Com a única exceção de quererem ser diferentes na praia para poderem contar uma história. Não a do seu corpo, mas antes a que combina com peça de lycra com que desfilam na areia.

Margarida e a Ana sentiram na pele aquilo que muitas sentimos antes de cada verão: falta de originalidade nos biquínis. São todos iguais. Mesmo corte, mesmo padrão. Era preciso nascer uma marca que trouxesse a exclusividade para se poder mergulhar com pinta. Dos oito aos oitenta, independentemente da nossa forma. Eis a b.kini.

Ser diferente na b.kini significa usar um biquíni cujo padrão é pensado e estampado pela Margarida e a Silvana Querido, que entrou nesta história dos biquínis 100% portugueses mais tarde. “Vestir um b.kini é tão importante como chegar a um casamento e vermos alguém com o mesmo vestido que o nosso. Na praia não nos podemos camuflar e não devemos. Comprar um b.kini é tão pessoal, queremos que seja só nosso, criado quase para nós”, explica Silvana.

Por isso não é de espantar chegar à b.kini e encontrar uma rotatividade de modelos e padrões. “Visto que a marca assenta na diferença, na mistura de padrões e nas combinações irreverentes, o que encontram na b.kini é uma oferta de modelos e padrões que é sempre diferente a cada 15 dias.”

Dito isto, temos de estar sempre atentas à b.kini, em particular HOJE que sai a nova colecção. A inspiração para este verão chega do deserto quente de Marraquexe, que dança entre exóticos padrões e combinações inspirados nas jóias, azulejos, especiarias, e cores quentes de Marrocos.

Apesar de a venda ser online (no Facebook, o site está para breve), a modalidade de trocas e devoluções funciona muito bem. Para as mais céticas, há o showroom em Lisboa para ver ao vivo o futuro kini, b.kini.

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Biquini: o nascer de uma peça atómica

Gosto de biquinis. Gosto de ter vários biquinis e fatos de banho, tudo a que tenho direito. Não há grande razão para isto, apenas gosto de me sentir gira na areia. E isso implica ter uma peça que faça realçar a minha personalidade… gira.

Curiosa como sou, fez-me pensar sobre a primeira mulher a atrever-se a por a pele à mostra, sem preconceitos, na praia ou na piscina. É que há cinquenta anos ainda era proibido mostrar o umbigo.

Louis Rérard, um engenheiro desempregado, filho de mãe costureira, decidiu criar uma peça de vestuário que intitulou de “o fato de banho mais pequeno do mundo”. Para revelar esta peça ele e o parceiro de negócio, Jacques Haim, procuraram por uma modelo capaz de desfilar com a peça composta por quatro triângulos unidos por fio. Micheline Bernardini, corista, a 5 de julho de 1946 foi a única capaz deste feito. Vestiu a micro peça e tal como bomba atómica desfilou na Piscine Monitor, uma badalada piscina em Paris naquela época. Bam! Nasceu o conceito de Bikini, que na verdade é o nome de um atol no oceano Pacífico, onde os americanos andavam a testar a bomba atómica. Não podia ser mais certeiro. Diz a imprensa da altura que isto era um verdadeiro atentado; em particular, os mais conservadores que condenavam o uso do biquini.

E depois disto, Deus criou a mulher. A icónica Brigitte Bardot levou para os ecrãs norte americanos o famoso biquini. A partir desse momento, ter esta peça de vestuário tornou-se vital no armário de qualquer mulher. Estávamos em 1960.

Hoje, o que não nos faltam são escolhas de modelos, padrões e marcas para podermos andar giras pela praia. Para nos ajudar nas compras deste ano, decidi criar uma rubrica Os Meus Biquinis, onde vou falar sobre marcas portuguesas e internacionais. Quero um verão de 2016 só de miúdas giras pela praia. Boas ondas! ≈