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Leite de ouro | Golden Milk para noites frias

Noites frias pedem uma caneca quente antes de dormir. De chá? Nem sempre. Podemos variar e começar a experimentar o que a medicina aiurveda nos ensina há tanto tempo: leite com curcuma, o leite de ouro.

O leite de ouro, um oásis de sabor, é o meu mais recente vício antes de dormir. A noite pede conforto e o corpo pede nutrientes que nos façam sentir bem. Embora seja uma novidade para mim, o leite de ouro é mais uma das tendências saudáveis atuais com origem nas tradições milenares.

Além do surf e do yoga como elementos essenciais à minha felicidade, rejo-me por uma dieta equilibrada. Significa que procuro bons ingredientes para o meu bem-estar o que me leva à constante descoberta de novos sabores (e habituação aos mesmos). Isto de me alimentar convenientemente sempre foi tema delicado, entre não querer verduras e grande parte de frutas, quanto mais a temperos provenientes da Índia. Mas quando fiz esta transição consciente para uma vida mais equilibrada e feliz, despertei os cinco sentidos.

O leite de ouro

É aqui que entra a curcuma (e no leite também). Os benefícios da curcuma são mais do que muitos. Tem propriedades anti-inflamatórias, antisséticas e antibacterianas, ou seja, ajuda na prevenção e tratamento de doenças inflamatórias crónicas, fortalece o sistema imunitário, ajuda a baixar os níveis de colesterol, um super alimento para acrescentarmos às nossas refeições.

Depois, o leite quente, dourado, repleto de especiarias como a canela, o gengibre, e ainda, uma colher de mel, fazem desta bebida um uma explosão de bons sabores. A minha receita adaptada – aposto que a medicina aiurveda prepara de forma diferente – uso o leite de origem vegetal. Gosto particularmente da combinação da curcuma com o leite de amêndoa.

Tendo em conta os benefícios da curcuma em junção com as restantes especiarias, acredito que seja um excelente complemento para os dias de frio que se avizinham. Para quem como eu faz surf nestas temperaturas, é um aliado de força para nos manter quentes e resistentes. Fica a sugestão: levar no copo térmico leite de ouro para beber depois do surf. O vício do açaí fica para o verão.

Açaí e porque está na moda entre surfistas

Taça de açaí e surf. Provavelmente das melhores combinações que a natureza poderia oferecer. Chega a ser impossível de resistir.

Estou viciada. Devoro açaí depois do surf. É que uma taça de açaí é para lá de deliciosa e equivale a uma boa dose de refeição, não há como resistir. Mas o que é isto do açaí e que moda é esta entre os surfistas?

O açaí é o fruto da palmeira açaizeiro, planta nativa da região amazónica. Pelo que li, a lenda conta a história de uma jovem índia que guiou a sua tribo até à árvore mágica, cujo fruto os alimentou naquela época de fome que passavam. O açaí ficou com o nome desta índia, mas dito ao contrário. Lenda ou não, o facto é que o açaí prova ser muito energético e nutritivo, o que o coloca como superalimento.

O açaí é um dos maiores antioxidantes que podemos encontrar nos alimentos.
Neutraliza os radicais livres no corpo e ajuda na renovação celular.
Fonte muito rica de fibras e proteínas, com baixo teor de açúcar é uma escolha saudável após a prática de atividades físicas.

Enquanto surfista, a meu ver, a taça de açaí é tudo de bom que o meu corpo pode desejar depois de intensas remadas no mar. Está repleto de antioxidantes, proteínas, fibras e uma série de vitaminas, com baixo teor de açúcar, sendo um complemento saudável para quem pratica atividades físicas com regularidade e quer recuperar a energia. Além disso, o sabor entre a chocolate negro e mirtilos, a frescura do açaí (vem sob forma de gelado), e os pedaços de fruta natural combinam maravilhosamente com o cenário de praia e boa vida. A prova de como o surf e o açaí andam de mãos dadas está em todo lado. Nic von Rupp, ainda este verão, lançou a marca E aí, vai um açai? na Praia Grande, por não encontrar um ponto de venda perto de casa e precisar de alimentar este bom vício.

Contudo, por ser tudo de bom, não quer dizer que se deva comer todos os dias. Infelizmente todos estes benefícios estão presentes na polpa da fruta e não nas composições que a maioria dos sítios faz com a adição de xarope de guaraná e granolas industriais açucaradas. Como tudo na vida, comer açaí também pede moderação.

Para quem quiser experimentar uma versão mais saudável, partilho aqui a minha receita de açaí (depois de algumas experiências esta foi a que correu melhor).

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5 Dicas para Vencer a Preguiça e Começar a Treinar de Manhã

Enganas-te se pensas que não custa a todos os corredores, yogis e surfistas sair cedo da cama para se dedicar à atividade física. Custa pois. Há dias em que chega a ser penosa esta discussão entre conforto da almofada e objetivo a alcançar. Só que nada nos impede de o fazer, nem esse sossego da manhã.

O que nos distingue é só mesmo a motivação. Para a alcançar há que fazer certas cedências ou alterações na rotina; é um ajuste tal e qual como se faz numa relação. As dicas que aqui partilho são algumas das boas práticas que gosto de manter e servem de sugestão para quem quiser começar a acordar cedo e atirar-se a uma corrida, ao ginásio, ao yoga…

#1. Come pouco ao jantar. Não é para comer apenas brócolos. A verdade é que se comeres alimentos mais facilmente digeríveis, nada de gorduras saturadas, e no meu caso, hidratos de carbono como pão de farinha branca ou massas, acordas com outra disposição. Evitas aquela sensação de corpo pesado pela manhã. Alimenta-te, mas escolhe bem o que pões no prato.

#2. Acorda com tempo. É preciso comer pelo menos meia hora antes de começar a treinar. Há quem não coma mas isso cabe a cada corpo decidir o que é a melhor prática. Para mim, dois ovos mexidos e espinafres (salteados ou em batido) antes do treino são suficientes para me dar energia. Acompanho sempre com um chá Yogi Detox para despertar o bom funcionamento do corpo.

#3. Preparar o plano de treino e o respetivo equipamento na noite anterior. Esta vale ouro. Olho para a cadeira ao fundo da cama e vejo o meu amanhã. É também chamado de dormir sobre o assunto.

#4. Deixa o pequeno-almoço feito. Se tens preguiça matinal para cozinhar, a solução é preparar o pequeno-almoço na noite anterior. Frascos de fruta e aveia são uma boa solução.

#5. Gere o despertador para respeitares o teu acordar. Há quem coloque o despertador longe da cama para poder saltar no primeiro toque. Eu não faço isso, sou disciplinada, deixo-o ao meu lado. Às vezes dou por mim a acordar antes do toque, coisa do hábito. Gosto de despertar com calma; o dia logo trará o stress não preciso que esse momento seja tenso. Acima de tudo, porque o meu dia começa com o meu momento, o meu tempo de treino, e é essencial que o viva com prazer.

Como nutrir a vida de uma surfista (e não só)

Há um momento que separa a minha vida; aquele em que após uma consulta com a médica de família sou chamada a atenção de que o meu colesterol é excessivo para o estilo de vida que levava, e caso não alterasse os meus hábitos alimentares, teria de passar a tomar medicação para ajudar a controlar o colesterol. Se há coisa que sempre tentei evitar foram os medicamentos químicos, aos quais o corpo cria forte dependência. Esse momento trouxe-me o agora.

A alternativa, segundo a minha médica, seria passar a ingerir mais verduras, fosse nas sopas, cozidas ou cruas. Na altura, lembro-me de começar a gostar do excelente aspeto das comidas “no estado natural” que a Felt By Heart colocava no Instagram. Deixei-me levar por essa inspiração. Volvidos três anos, deixei de entrar na pastelaria para pedir um croissant com chocolate para substituir por passeios à hora de almoço aos supermercados biológicos, e de, no momento presente, fazer as escolhas certas. Alimentos que me nutrem de dentro para fora.

Verdade seja dita, sempre protestei que comida verde era para as vacas no pasto. Hoje, estes mesmos verdes, são 90% dos meus pratos.

Resultado: tenho mais energia, um colesterol baixinho, uma vitalidade que não pensava atingir aos 32 anos. Além disso, tenho novos vícios alimentares onde não entram batatas fritas, molhos ou gorduras saturadas. Eis o que não dispenso para me nutrir enquanto surfista, yogi e mais do que no desporto, no meu dia-a-dia.

Salmão. Seu gordo, és a minha perdição. Quem me conhece sabe que tenho uma paixão gastronómica ardente por salmão grelhado. Devemos e podemos consumir salmão a qualquer hora do dia oferecendo assim ao corpo inúmeras proteínas, Vitamina B e Omega-3. Dos inúmeros lados bons do salmão, saliento a importância deste alimento para nutrir o cabelo – quem vive exposto ao sol e ao mar deve consumir este peixe gordinho já que o ajuda a manter-se forte. Consumo de forma ponderada.

Frutos secos. Pouco me falta para ser roedora. Nozes, avelãs, cajus. Gosto de tudo. Os frutos secos têm uma quantidade espectacular de vitaminas e minerais como vitamina B1, B5, B9, B2, ácido nicotínico, vitamina E, B6, ferro, zinco, magnésio, fósforo, selénio e cobre. Só coisas boas. Trago sempre uma caixinha com alguns frutos secos. Comer de forma moderada é o truque.

Espinafres. Fiz alergia em criança; nunca mais comi. Era a desculpa. Tem espinafres? Pois, não posso comer, sou alérgica. Até ao dia que pus os espinafres num dos batidos inspirados pela Joana. Contêm ferro e magnésio, dois minerais essenciais para o nosso corpo. Ficam bem salteadas ou as folhas baby misturada nas saladas, na sopa, nos batidos.

Ovos. Ando sempre com um ovo cozido atrás, além de ajudar com a proteína na questão muscular, é vital para dar energia e tirar ataques de fome. Opto, sempre que possível, pelos ovos biológicos mas já sabemos que os custos de uma vida mais saudável são elevados.

Chocolate (ou como quem diz, cacau). Continua a ser o amor da minha vida, o chocolate. Culpo as minhas origens helvéticas que desde cedo me mostraram um caminho sem retorno. Mas hoje consigo trocar o chocolate de leite por um quadrado de cacau; o sabor amargo é uma questão de hábito tal como beber café sem açúcar. Contribui para a redução da pressão sanguínea e beneficia o coração, além de me ajudar com os estudos à noite.

Uma dieta com equilíbrio e um truque para cozinhar os meus alimentos. Sou presente quando preparo os pratos: penso no valor que acrescento à minha vida por fazer as escolhas certas e agradeço cada nutriente que me alimenta. No fim, rego tudo com amor para o tempero ficar no ponto.

Quais são os teus bons vícios? Partilha comigo nos comentários ou no Facebook.

A saúde como status

Os meus pais puseram-me a praticar desporto desde sempre. Houve essa passagem de conhecimento de que o mexer o corpo fazia, e faz, bem. Natação e karaté fizeram parte das minhas atividades semanais após as aulas. Pelo meio, e durante o verão, o ski aquático e o wakeboard. No inverno, ainda que tenha nascido nos Alpes, a minha paixão era mais deslizar nos patins de gelo do que descer as montanhas.

Cresci sob este conceito eterno de mente sã em corpo são. Naquelas aulas aprendi que o esforço físico recompensa. É mais do que dar energia ao corpo, é ensinar-lhe as limitações e a capacidade que temos em ultrapassá-las. Lógico que falamos destes dois universos indissociáveis. Precisamos de uma mente resiliente para fazer o nosso corpo chegar mais além; e um corpo treinado, faz a mente desejar ainda mais.

O que me deixa particularmente feliz é saber que hoje e daqui para a frente, viver com saúde é um status na sociedade. Para trás estamos, a devido ritmo, deixar cair preconceitos que tanto feriram a vida de cada um de nós: és gordo, és magro demais, tens celulite, estás com barriga. Estamos a aproximar-nos da grande tendência, e que eu espero que seja mais do que isso, de encontrar a nossa melhor versão (Fonte: Trendwatching).

Quando comecei a pensar no que queria partilhar no Mar de Sal, a única coisa que me ocorreu é que o meu estilo de vida atual é saudável. E que a saúde conquista-se com as mudanças certas, na dose indicada para cada um de nós. Posso não poder partilhar a minha saúde, mas a forma como a obtenho é fácil de partilhar. Trata-se acima de tudo conseguir colocar em palavras, em pequenos artigos, o que tenho feito para viver bem comigo própria. Aceitar-me como sou. Confesso que tem sido um caminho de altos e baixos, com muita vontade de desistência, mas debati sempre o negativismo, quis sempre e vou continuar a querer atualizar-me, saber mais sobre o meu corpo, como posso viver mais tempo e feliz. Por cada célula a sorrir. Não falo sobre a conquista de um corpo perfeito para a capa da Victoria Secret. Falo antes desta necessidade de me sentir saudável. Acho que todas as modas que vamos ver aqui pela internet, a meu ver, esta é a mais válida de todas.

Por isso, mais do que falar-vos de yoga, de surf, de nutrição o Mar de Sal é para quem quer colocar a saúde como status. Vamos pôr de parte o corpo perfeito; que aqui tenhas inspiração necessária para encontrares a saúde perfeita. E quando a temos, não há defeito que nos abale. Palavra de surfista.

O que faz de mim uma pessoa feliz

Descobri cedo que sorrir contagia, que ter boa disposição é motivo certo para manter as pessoas por perto. Sou assim sorridente desde que me lembro. Não por sistema nervoso, sou antes feliz por ter a vida que tenho. Mas claro que atingir a felicidade, sentir-me assim neste estado, é algo complexo. Requer subir e descer a montanha russa vezes sem conta. Mas é a  forma como viajamos neste sobe e desce que nos vai definir. Embora sinta calafrios na barriga, gosto de fechar os olhos e de levantar os braços. Mais ainda, quando se trata de elementos essenciais que me levam a este estado. Partilho aqui as mudanças na minha vida que vieram reforçar esta boa energia.

#O mar. Nada me deixa mais radiante do que um dia a beira-mar. Um templo, um espaço de liberdade. Seja dentro de água, na areia ou num pontão, ver o mar transmite-me uma serenidade que me deixa bem-disposta. Faça frio, chuva ou sol o mar é o meu mantra, essencial para o meu equilíbrio. Portanto, uma vez por semana, seja uma caminhada, corrida ou apenas estar ali perto sentada, tenho de ver e ouvir o mar.

#O surf. Não tenho assim tanto tempo de surf. Mas percebi a magia de me colocar em cima da prancha e não conter o sorriso. Em Biarritz, um médico é conhecido por prescrever “dose de surf” como tratamento. Segundo li na revista Sábado, “a actividade física no mar também combate a depressão e outros traumas psicológicos. As endorfinas, a serotonina, a dopamina e a adrenalina – libertadas durante os treinos – aliviam o stress e têm efeitos positivos no humor.” Ora, é este efeito positivo no meu humor que sinto quando saio do mar depois da minha surfada. Sempre de sorriso na cara.

#O yoga. O yoga apareceu na minha vida como salvação. E tem sido. Despertou em mim, na altura aos 30 anos, uma lúcida vontade de alcançar o bem-estar. Não sabia bem como… Só que o acaso da vida levou-me a descobrir um pequeno estúdio de hatha yoga ao pé de casa. Fiz uma primeira aula. No final, saí de lá renovada com os músculos faciais tão relaxados que dei por mim num estado de serenidade contemplativo até casa. Nada me faz sentir tão completa e feliz como aqueles 60 minutos de yoga. É o meu espaço, o meu tempo, a eterna busca da minha felicidade.

#A nutrição. Não ligava nenhuma ao que comia. Sentia-me bem a devorar batatas fritas e M&Ms entre outras tantas coisas. Ao mesmo tempo que fazia a caminhada no yoga, a nutrição foi elemento crucial para me deixar conscientemente mais feliz. Saber escolher os alimentos certos. Perceber o valor nutricional deles. Descobrir que um abacate com cacau e mel pode ser uma mousse de chocolate muito mais feliz. Todos os alimentos, na sua composição, têm um papel essencial no bem-estar e na promoção da saúde. Lógico, lá está, uma pessoa saudável é mais feliz: sentimos uma nova energia, vemos o cabelo a crescer, unhas sem partir, pele mais brilhante, os órgão a funcionar como suposto. Em suma, um corpo feliz.

#A gratidão. Tudo culmina neste ponto, essencial na conquista da minha felicidade, o saber agradecer. Não poderia sentir tanta felicidade se eu não soubesse ser grata pelo que a vida me tem dado. As lições e as benesses. Agradeço a tudo e a todos. Aos meus pais, à minha irmã, à minha família, à minha vida em geral. Viver grata faz de mim mais feliz. Aliás, não sou eu que o digo, a ciência também já o provou. De acordo com a Harvard Medical School, a gratidão ajuda as pessoas a sentirem mais emoções positivas, a vivenciar experiências mais enriquecedoras, a melhorar a saúde, a lidar com a adversidade e a construir relacionamentos mais fortes.

PS: obrigada por me acompanharem no Mar de Sal.

Ikigai Granola: quando o propósito da vida é um vício

Tens algum vício? Eu tenho vários, entre chocolates, abacates, corrida, surf e outras tantas coisas, acrescento recentemente à lista a granola. Sou louca por granola. Por sorte, no meio destes vícios todos, tenho uma amiga com um talento incrível para a gastronomia, a Catarina Xavier. Não é cozinha. É mesmo gastronomia, ter aquele je ne sais quois para despertar o teu interesse por sabores que nunca provaste.

Um dia, numa dessas manhãs de praia, a Catarina levou-nos granola para a praia. Não foi apenas a granola, foi um pote de iogurte com tudo de bom e divinal, mais a granola crocante e super saborosa a acompanhar. Creio que no meio daquele manjar ficou a ideia devias vender granola já que as de supermercado estão cheias de açúcar e aditivos nada nutritivos. Tanto que ficou que nasceu um propósito, a Ikigai Granola.

Ikigai é uma palavra japonesa que descobrimos numa das edições especiais da Kinfolk sobre a cultura nipónica. Por lá, procuram desde sempre, o propósito da vida. E tu, sabes o teu? Perguntámo-nos isto em diversas ocasiões e dou por mim a perceber que a Catarina já sabe o dela. A paixão pelos alimentos fê-la criar a Ikigai Granola, uma marca feita com amor e cheia de coisas positivas – coco, caju e outras maravilhas – para ti, para todos nós que queremos viver de uma forma feliz, que têm prazer em se sentar à mesa e desfrutar de um pequeno-almoço saudável, equilibrado e apetitoso.

Sendo eu uma gulosa, não resisto. Já encomendei várias vezes e confesso, o saco deve ter buraco porque desaparecem num instante. A Catarina seleciona criteriosamente a matéria-prima, depois mete as mãos nos ingredientes sem adicionar o açúcar ou o sal refinado, e mistura outros para dar origem à melhor granola de sempre. Tem para já granola simples; de frutos secos e ainda, de coco e caju.

Podemos encomendar a nossa Ikigai Granola no Facebook. Acompanhem a página. Depois digam-me qual é o vosso novo vício.

PS: Além da granola, a Catarina faz também uma gulodice, as bolas energéticas com manteiga de amendoim. E mais não digo.