Category: bikini bump

Água de Canela: do Brasil para Portugal

≈ Lembro-me quando os biquínis brasileiros eram o delírio e tínhamos de falar com uma amiga de uma amiga que fosse às terras de Vera Cruz para nos trazer os últimos modelitos de lá. Recebíamos ao fim de umas semanas, às vezes for de época. Mas felizmente hoje esse pesadelo já passou; descobrimos marcas como a Água de Canela, de essência portuguesa mas com toque de samba para nos salvar desta complexa missão de comprar biquíni. Apesar de já existir muita escolha no mercado, eu gosto dos modelos brasileiros, têm sempre um jeito mais ligado à praia, à pele bronzeada, aos mergulhos no mar.

Dei pela Água de Canela no Facebook (e estão no Instagram também). É fazer like e começar a pensar que cores combinam com o nosso tom de pele. Dizem as meninas da Água de Canela que os biquínis, triquínis e fatos de banho são para todas as meninas. Têm poucos números, ou seja, apenas um médio (34/36) e um grande (36/38) de cada peça, o que é bom: não corremos o risco de chegar à praia, estender a toalha e ter uma vizinha com o mesmo biquíni.

Para já encontramos a Água de Canela online. Respondem prontamente, e como sabem que não dispensamos o experimentar antes de comprar, têm showroom por Leiria e vão ter novidades para Lisboa em breve. São biquínis para quem gosta de se sentir confortável na praia, e com confiança. Já me convenceram. ≈

Biquini: o nascer de uma peça atómica

Gosto de biquinis. Gosto de ter vários biquinis e fatos de banho, tudo a que tenho direito. Não há grande razão para isto, apenas gosto de me sentir gira na areia. E isso implica ter uma peça que faça realçar a minha personalidade… gira.

Curiosa como sou, fez-me pensar sobre a primeira mulher a atrever-se a por a pele à mostra, sem preconceitos, na praia ou na piscina. É que há cinquenta anos ainda era proibido mostrar o umbigo.

Louis Rérard, um engenheiro desempregado, filho de mãe costureira, decidiu criar uma peça de vestuário que intitulou de “o fato de banho mais pequeno do mundo”. Para revelar esta peça ele e o parceiro de negócio, Jacques Haim, procuraram por uma modelo capaz de desfilar com a peça composta por quatro triângulos unidos por fio. Micheline Bernardini, corista, a 5 de julho de 1946 foi a única capaz deste feito. Vestiu a micro peça e tal como bomba atómica desfilou na Piscine Monitor, uma badalada piscina em Paris naquela época. Bam! Nasceu o conceito de Bikini, que na verdade é o nome de um atol no oceano Pacífico, onde os americanos andavam a testar a bomba atómica. Não podia ser mais certeiro. Diz a imprensa da altura que isto era um verdadeiro atentado; em particular, os mais conservadores que condenavam o uso do biquini.

E depois disto, Deus criou a mulher. A icónica Brigitte Bardot levou para os ecrãs norte americanos o famoso biquini. A partir desse momento, ter esta peça de vestuário tornou-se vital no armário de qualquer mulher. Estávamos em 1960.

Hoje, o que não nos faltam são escolhas de modelos, padrões e marcas para podermos andar giras pela praia. Para nos ajudar nas compras deste ano, decidi criar uma rubrica Os Meus Biquinis, onde vou falar sobre marcas portuguesas e internacionais. Quero um verão de 2016 só de miúdas giras pela praia. Boas ondas! ≈

Salt Gypsy: leggings para dançar no mar

Uma viagem de barco pelo Índico deu origem a uma marca de surfwear que já sigo há algum tempo. Danielle Clayton absorve por inteiro o surf enquanto estilo de vida. E por encontrar poucas opções para nós mulheres do mar, surgiu a vontade de desenhar uma marca feminina desde a ideia ao produto final – isto porque as envolvidas na Salt Gypsy são mulheres.

A ideia de ter umas surf leggings para o verão soa-me tão bem. Apetece… Mesmo com a água digamos, mais fresca, do nosso mar. Tirar o peso dos fatos de neoprene. Além disso, nada como ser femininas a dançar nas ondas. E para isso precisamos da roupa certa. Espreitem o site e apaixonem-se.