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O’Neill e a coleção amiga do ambiente para mulheres

Quando uma marca com a O’Neill se preocupa com o mar, só pode dar vida a uma coleção amiga do ambiente. Da Califórnia para o mundo, eis a O’Neill Active, a coleção para mulheres ativas feita a partir dos plásticos perdidos pela praia.

Por defender a sustentabilidade, acreditar que é por aqui o caminho de futuro para o nosso planeta, encontrar marcas gigantes como a O’Neill a dar cartas nesta área, significa que estou certa das minhas intenções. A O’Neill Active é uma linha eco-friendly que integra a iniciativa global da marca, a O’Neill Blue – Our Ocean Mission que tem como objetivo produzir roupas de surf sustentáveis.

A O’Neill Active surge então nesse contexto, e combina matéria reciclada a materiais de desempenho, através de fios têxteis feitos a partir de plástico reciclado (um projeto da startup norte-americana Bionic). A coleção vai estar à venda a partir de março no site e foi pensada para atividades como a corrida, o surf e o yoga. Conta com sutiãs de desporto, calções, leggings, roupa de surf e fatos de banho com extras que me agradam muito: tem proteção raios UV, secagem rápida e absorvente, e cores vibrantes. Resumindo e concluindo, a reciclagem está mesmo na moda!

Josea Surfwear: surfistas, estes biquinis não saem do lugar

Quantas vezes damos por nós aos trambolhões no mar e a perder o biquini do seu devido lugar? Se também te acontece, a Josea Surfwear, além de nos assegurar que nos mantém vestidas dentro de água, é uma marca de surfwear amiga do ambiente.

Porque ando sempre à procura de biquini, nunca são demais na minha gaveta, se pudesse tinha um closet só de biquinis para usar o ano inteiro, mas como existe o inverno tenho que me resguardar para os meses de verão. Ainda assim, não deixo de procurar marcas que me cativem. A Josea Surfwear é uma delas.

sustainable-swimwear-joseaRecorrendo a uma elasticidade especial, as peças são concebidas para um cair perfeito, sem criar marcas de pressão. A inspiração da Josea Surfwear centra-se na água, evidente nos padrões com referência aos diferentes azuis, tons mais veraneantes e elementos do mar como as tartarugas (que por sinal são um símbolo de sorte no surf), bem como os nomes das peça associadas a praias e ondas mundiais como Pipeline ou Mavericks. Tudo invoca boa vida, boa praia e muito desporto.

Além de ser desenhada para miúdas ativas dentro de água tal como Jocelyn Kotulla, que é fundadora da Josea Surfwear e praticante de kitesurf, é uma marca sustentável. Isto quer dizer que para Jocy não faria sentido dar vida a uma marca de surfwear sem colocar a questão ambiental como foco. Sendo a natureza base do surf e kitesurf há que preservar o nosso meio ambiente. Para isso, a Josea Surfwear recorre a materiais reciclados e não usa plásticos de forma a garantir a prática das nossas paixões em condições sustentáveis.

Para ficarem a conhecer mais sobre a marca sigam-na no Facebook e Instagram. As compras online podem ser feitas no site da Josea Surfwear.

Le Frique Concept Store & Tuhkana Swimwear

Lembram-se da Tuhkana Swimwear? Tenho boas notícias para quem vivem em Lisboa: Pop-Up Store até ao final do mês de Junho na Le Frique Concept Store. Fica no número 4A da Avenida 24 de Julho perto do Mercado da Ribeira.

Vai estar aberta das 10h30 às 19h30 de segunda­-feira a sábado. Se ainda não renovaste os teus biquínis e fatos de banho esta é tua a oportunidade para conhecer de perto a coleção West Coast, que tem como inspiração a simplicidade e beleza das praias da costa oeste europeia.

Além de ficares com peças de design intemporal, a Tuhkana preocupa-se com o ambiente: a coleção foi feita com tecidos sustentáveis e amigos do ambiente. Vamos?

Tuhkana Swimwear: paraíso na Costa Oeste

É de facto paraíso, a junção mágica de sal na pele e um biquíni como extensão do corpo da mulher. Mais ainda quando outras culturas se apercebem quão apaixonados são os portugueses pela praia, sendo natural criar uma aliança entre as lycras, o design e o tucano exótico que ainda hoje é uma palavra de influência portuguesa um pouco por toda a parte. E Tuhkana Swimwear nasce assim…

A vontade de seguir um sonho de longa data levou a Rute Ribeiro Martins, uma portuguesa pelo mundo, a criar a Tuhkana Swimwear. Passou por Dublin; hoje está por Chicago, a Rute e a sua marca de biquinis. De lá cruz a qualidade dos tecidos com o Brasil, que têm “excelente conhecimento das técnicas, tecidos sustentáveis e acabamentos de excelência.”

A Tuhkana Swimwear funde designs ousados, cortes femininos e modernos a materiais confortáveis. Os produtos são desenhados com inspiração nos cortes de cintura baixa europeus e os cortes mais cavados brasileiros. A marca acredita que cada mulher tem um corpo único e sabe que é difícil encontrar um biquíni que sirva à primeira. Por isso, todos os modelos são vendidos separadamente, para podermos escolher o tamanho que melhor nos serve.

Ganhei ainda mais empatia pela Tuhkana Swimwear por isto: a nova coleção West Coast, inspirada na simplicidade e beleza das praias da costa oeste europeia, foi produzida exclusivamente com tecidos sustentáveis e amigos do ambiente. Depois, encontramos na Tuhkana modelos clássicos mas muito modernos nas linhas simples e beleza intemporal.

Para as surfistas significa que há aqui escolha de biquinis mais desportivos como o Sunshine Top, Salty Top, e o Sharp Top, entre tantos outros. O melhor é espreitar a coleção toda. O ADN da Tukhana é online, portanto desde página, a Facebook e Instagram há um universo de “tucanos” por descobrir.

Osú. Beachwear com quê de sagrado

O nome intrigou-me e a delicadeza das peças conquistou-me. Sou etérea, lírica e poesia mas não pensei que alguma vez pudesse encontrar biquinis que me representassem essa maresia. A Osú veio contrariar essa ideia.

Há um quê de experiência nas peças. Conta Kika Seabra, de 26 anos, formada em design de moda, sempre teve vontade de trabalhar com lycras e durante 3 três anos foi dando vida aos biquinis e fatos de banho que imaginava. Por sentir que havia boa aceitação daquilo que criava, apercebeu-se que lhe faltava um elemento para fundamentar o nascer da marca. Margarida Oliveira, 26 anos, designer de interiores, com quem partilha gostos e um percurso idêntico, foi quem justificou essa falta. E a história da Osú começa assim.

Juntas fizeram nascer a Osú. O nome, foi a parte engraçada, segundo a Kika. Certo dia, em casa de uma amiga, deram conta da existência de um animal que iria dar origem a esta marca de beachwear portuguesa. Tratava-se de uma espécie de galinha de silhueta e padrões invulgares, a galinha d’Angola.Intrigadas, começaram a pesquisar sobre esta espécie e aperceberam-se das inúmeras lendas sobre a mesma, de onde se conta quão feia era considerada, mas dotada de muita bondade. Entre letras e histórias, a palavra Osú, que é na verdade a crista desta galinha imperiosa, deu sentido à criação de biquinis, triquinis e fatos de banho que planeavam.

A Osú é assim uma marca sagrada para se passar a ter na gaveta do verão. Como as próprias explicam, o espírito da Osù está intimamente ligado à palavra etérea, pela delicadeza que é transmitida e sentida em cada modelo e padrão. “Desde a criação dos padrões, ao desenho de cada peça, até à criação dos moldes existe uma preocupação natural com a criação harmoniosa na junção das cores, linhas e traços desenhados”, explica a Kika, para que o resultado final seja o reflexo de peças lindas e femininas, que se revelam como uma extensão do corpo da mulher.

Para conceber o sagrado, a inspiração deste ano veio na traça e anos 70. O primeiro elemento foi trabalhado ao nível da forma o segundo, ao nível da silhueta e styling. Esta é a premissa da dupla criativa, trabalhar sempre com duas inspirações para que o resultado seja o mais desprendido e inesperado possível.

Eu já me deixei render ao sagrado e ao profano. Vejam a coleção na página de Facebook e sigam-nas no Instagram. O site está para breve. Haja Osú na vida.

Eu Voke escapar-me daqui para fora

Quero enfiar-me num avião e escapar daqui para fora. Provoca-me isso, nova a coleção da Voke.

Está ali imbuída uma irreverência nas peças de banho da marca portuguesa Voke. É esse o objetivo, o de nos provocar algo. A mim, desperta-me este desejo de voar até uma praia deserta e tingir a pele com o sol quente, vaidosa a desfilar o Quicksilver como extensão da minha personalidade.

Para chegar a esta marca vibrante, Sofia Charola e Inês Franco tiveram de descobrir na amizade de infância o porquê da sua união, e foi o amor pela praia e o talento para criar que acabou por justificar o encontro do destino. Nasceu assim a Voke para mulheres confiantes e arrojadas, cuja postura na praia tem de refletir o seu estilo de vida.

A coleção deste ano é uma autêntica escapatória à nossa rotina. #ESCAPE assenta nesta ambiguidade de fugir a algo para nos tornar livres. Aconselho a fugir até à página de Facebook para ir conhecer a coleção, comprar na plataforma MINTY ou ainda, passar pelo showroom no Príncipe Real, Rua D. Pedro V, nº133/135, em Lisboa. O site vai estar em breve disponível (www.vokeswimwear.com).

Eu vou apanhar um voo #ESCAPE porque o calor já pede um mergulho com um fato de banho cheio de personalidade. Quem me acompanha?

Flor de Lima: um sonho de verão

Sinto a frescura da lima ao percorrer esta marca de biquínis e fatos de banho. Lembro-me daquela eterna sensação de sentir a temperatura da pele a descer quando entras na água fresca do nosso mar… Até estala como gelo na caipirinha. E isto é melhor ainda quando a frescura te surge desenhada no corpo com a coleção de biquínis da Thania e do Rui, a Flor de Lima.

A marca de praia nasceu em 2012 e aos poucos tem vindo a ganhar expressão no nosso mercado. O que é bom para todas as apaixonadas por biquínis como eu que começamos a ter por onde escolher e variar.

Entre flores do meu jardim e padrões mais geométricos, alguns modelos fazem sentir revivalista. A coleção DayDream reflete a concretização do sonho de Thania, que sempre pôs mãos nas costuras e agora dá vida às suas ideais e inspirações em peças exclusivas para a Flor de Lima. Um sonho para ser vivido e partilhado nas praias do nosso verão.

Para já podemos comprar peças Flor de Lima no Facebook, mas está para breve um showroom na linha de Cascais para irmos experimentar os modelos. O Sunshine e o Wave estão entre os meus preferidos. Posto isto, vamos às compras?

Flor de Lima » Facebook » Instagram

Quando a tua história é a do teu b.kini

Alegra-te, o verão está a chegar. Este é o meu pensamento em loop sempre que vejo biquínis. Há quem tenha paixão por sapatos, relógios ou colecione selos. A minha praia são os biquínis. Mas têm de ser especiais. Tem de ser o b.kini.

Foi nisso que Margarida Egea e Ana Silveira pensaram quando se lançaram no mundo das lycras em 2012. Trazer frescura, originalidade. Estavam cansadas das cópias em massa dos biquínis brasileiros e colombianos que os navios nos faziam chegar. E com razão. Assim nasceu a b.kini. Para todas as mulheres. Reais. Com a única exceção de quererem ser diferentes na praia para poderem contar uma história. Não a do seu corpo, mas antes a que combina com peça de lycra com que desfilam na areia.

Margarida e a Ana sentiram na pele aquilo que muitas sentimos antes de cada verão: falta de originalidade nos biquínis. São todos iguais. Mesmo corte, mesmo padrão. Era preciso nascer uma marca que trouxesse a exclusividade para se poder mergulhar com pinta. Dos oito aos oitenta, independentemente da nossa forma. Eis a b.kini.

Ser diferente na b.kini significa usar um biquíni cujo padrão é pensado e estampado pela Margarida e a Silvana Querido, que entrou nesta história dos biquínis 100% portugueses mais tarde. “Vestir um b.kini é tão importante como chegar a um casamento e vermos alguém com o mesmo vestido que o nosso. Na praia não nos podemos camuflar e não devemos. Comprar um b.kini é tão pessoal, queremos que seja só nosso, criado quase para nós”, explica Silvana.

Por isso não é de espantar chegar à b.kini e encontrar uma rotatividade de modelos e padrões. “Visto que a marca assenta na diferença, na mistura de padrões e nas combinações irreverentes, o que encontram na b.kini é uma oferta de modelos e padrões que é sempre diferente a cada 15 dias.”

Dito isto, temos de estar sempre atentas à b.kini, em particular HOJE que sai a nova colecção. A inspiração para este verão chega do deserto quente de Marraquexe, que dança entre exóticos padrões e combinações inspirados nas jóias, azulejos, especiarias, e cores quentes de Marrocos.

Apesar de a venda ser online (no Facebook, o site está para breve), a modalidade de trocas e devoluções funciona muito bem. Para as mais céticas, há o showroom em Lisboa para ver ao vivo o futuro kini, b.kini.

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Seea: surfwear para sereias

O amor pelo mar deu origem a esta marca de surfwear muito inspiradora, a Seea.

Amanda Chinchelli, fundadora da Seea, quis criar uma marca cujo nome fosse feminino, com musicalidade. Os cortes das peça são pensadas nas ondas, de forma a refletir a necessidade das surfistas. Na Seea encontras rashguards, biquínis e fatos de surf.

Seea celebra o ritmo e a graciosidade das mulheres no mar, nesta magia de surfar as ondas. Leah Dawson, nas fotografias, é uma dessas mulheres e também uma Seea Babe. Espreita aqui  e começa já a sonhar com o verão!

Água de Canela: do Brasil para Portugal

≈ Lembro-me quando os biquínis brasileiros eram o delírio e tínhamos de falar com uma amiga de uma amiga que fosse às terras de Vera Cruz para nos trazer os últimos modelitos de lá. Recebíamos ao fim de umas semanas, às vezes for de época. Mas felizmente hoje esse pesadelo já passou; descobrimos marcas como a Água de Canela, de essência portuguesa mas com toque de samba para nos salvar desta complexa missão de comprar biquíni. Apesar de já existir muita escolha no mercado, eu gosto dos modelos brasileiros, têm sempre um jeito mais ligado à praia, à pele bronzeada, aos mergulhos no mar.

Dei pela Água de Canela no Facebook (e estão no Instagram também). É fazer like e começar a pensar que cores combinam com o nosso tom de pele. Dizem as meninas da Água de Canela que os biquínis, triquínis e fatos de banho são para todas as meninas. Têm poucos números, ou seja, apenas um médio (34/36) e um grande (36/38) de cada peça, o que é bom: não corremos o risco de chegar à praia, estender a toalha e ter uma vizinha com o mesmo biquíni.

Para já encontramos a Água de Canela online. Respondem prontamente, e como sabem que não dispensamos o experimentar antes de comprar, têm showroom por Leiria e vão ter novidades para Lisboa em breve. São biquínis para quem gosta de se sentir confortável na praia, e com confiança. Já me convenceram. ≈