All posts by Susana

Tuhkana Swimwear: paraíso na Costa Oeste

É de facto paraíso, a junção mágica de sal na pele e um biquíni como extensão do corpo da mulher. Mais ainda quando outras culturas se apercebem quão apaixonados são os portugueses pela praia, sendo natural criar uma aliança entre as lycras, o design e o tucano exótico que ainda hoje é uma palavra de influência portuguesa um pouco por toda a parte. E Tuhkana Swimwear nasce assim…

A vontade de seguir um sonho de longa data levou a Rute Ribeiro Martins, uma portuguesa pelo mundo, a criar a Tuhkana Swimwear. Passou por Dublin; hoje está por Chicago, a Rute e a sua marca de biquinis. De lá cruz a qualidade dos tecidos com o Brasil, que têm “excelente conhecimento das técnicas, tecidos sustentáveis e acabamentos de excelência.”

A Tuhkana Swimwear funde designs ousados, cortes femininos e modernos a materiais confortáveis. Os produtos são desenhados com inspiração nos cortes de cintura baixa europeus e os cortes mais cavados brasileiros. A marca acredita que cada mulher tem um corpo único e sabe que é difícil encontrar um biquíni que sirva à primeira. Por isso, todos os modelos são vendidos separadamente, para podermos escolher o tamanho que melhor nos serve.

Ganhei ainda mais empatia pela Tuhkana Swimwear por isto: a nova coleção West Coast, inspirada na simplicidade e beleza das praias da costa oeste europeia, foi produzida exclusivamente com tecidos sustentáveis e amigos do ambiente. Depois, encontramos na Tuhkana modelos clássicos mas muito modernos nas linhas simples e beleza intemporal.

Para as surfistas significa que há aqui escolha de biquinis mais desportivos como o Sunshine Top, Salty Top, e o Sharp Top, entre tantos outros. O melhor é espreitar a coleção toda. O ADN da Tukhana é online, portanto desde página, a Facebook e Instagram há um universo de “tucanos” por descobrir.

Ter consciência de uma boa postura é sinónimo de vida longa

Provavelmente estão a pensar no que a imagem tem a ver com o tema da postura. Na verdade, quando vi esta fotografia lembrei-me de um raio-x que fiz à minha coluna há uns anos. Era parecida, mas na versão preta e branca.

Depois de me ser diagnosticada escoliose, tenho eu uma coluna em S (condiz com o meu nome que também serpenteia) tive direito a um mês de correção postural numa clínica de fisioterapia. Por mais doloroso que fosse, o tratamento fez-me maravilhas. Especialmente a parte em que me aconselharam vivamente a praticar desporto o resto da minha vida. Foi a melhor sentença que podia ter ouvido.

Antes disso, tinha sido aconselhada a não correr, não saltar, apenas caminhar. Evitar essencialmente impactos. Só que eu fui teimosa em aceitar este estilo de vida mais pacato e preguiçoso.

Entrei para o yoga. Comecei a surfar, a correr, e a ter treinos no The Studio, com o Sérgio (recomendo vivamente). Confesso que me chateia ouvir “não faças tanto exercício.” É exatamente pelo exercício todo que tenho feito que não tenho sofrido nos últimos dois anos com dores de coluna.

Aprendi que tudo na medida certa, só nos faz bem. Aprendi a importância da correção postural. Aprendi que os meus ossos adoram músculos. Tudo se resume sempre a viver de forma saudável, mais leve, com mais energia, mais disposição, mais feliz. Eis as lições que tirei desta vida aos esses.

#1. O yoga é o melhor aliado para a escoliose. Algumas das posturas mais básicas do yoga ajudam a reduzir a curvatura da coluna e a dor que muitas vezes sentimos. Como o yoga mexe com a pressão sentida pela coluna (pelo facto de não ser uma linha direita), obriga a uma reação. Eu confesso que me sinto mais alta, ou seja, mais direita.

#2. Se tens escoliose, sugiro que faças primeiro sessões de correção postural numa clínica indicada. A massagem muscular aliada a uma sequência de exercícios lentos e repetitivos da fisioterapia, bem como a sessão médica de torção da coluna ajudam a criar consciência de como devemos estar, andar, sentar no nosso dia-a-dia.

#3. Intensifica os teus exercícios. Quanto mais força tiveres no teu core, mais direita fica a coluna. Os músculos fortalecidos obrigam o corpo a adoptar a postura mais correta.

Inevitavelmente para sempre

Certas manhãs acordo com uma frase em loop cantante dentro de mim. Who wants to live forever. E respondo a mim própria sempre da mesma maneira: Eu Quero. Quero eternizar momentos da vida, congelá-los até. Prendê-los em mim como uma âncora, porque são tão bons, tão vívidos, tão cheios de tudo que não temos vontade que acabem. Apenas que ali pereçam. Para aprender a viver para sempre, saber saltear os momentos com tempero certo, dosear o sentimento e a frugalidade da vida, chorar e sorrir quando a alma pede, precisamos de aprende que o ying tem o seu yang, tal como a vida tem o seu fim.

Não é pesado, triste ou doloroso. Viver com consciência e a presença de um fim físico é uma aprendizagem; é a minha maneira de viver para sempre.

É inevitável

Saber que os momentos acabam é lidar com a verdade, com facto da inevitabilidade. Faz com que sejamos mais preparados para o que der e vier. Porque vamos acabar por ter de enfrentar o momento quando chegar. Não há o que temer, apenas ir vivendo ao sabor do vento e saber que, no fim desta magnífica viagem, foste o Comandante do teu navio.

Alcançar a minha melhor versão

Eu sinto uma gratidão intensa, imensa por poder ter a vida que tenho. Não passo fome. Tenho um tecto. Tenho o meu trabalho, a minha capacidade intelectual, o meu espírito iluminado. E ainda assim, podia ser melhor. Acredito que a missão de cada um aqui presente é uma elevação ao nosso melhor. Pergunto-me, e se tudo isto acabasse agora, o que deste de ti ao mundo? Deste mesmo o teu melhor hoje, agora? Posso e devo fazer sempre mais. É que gentileza gera gentileza. E se formos todos um pouco melhor hoje do que ontem, não estaremos a construir um futuro mais feliz?

Re(Con)tribuir com amor

Se é inevitável o nosso fim, também é inevitável que os bons sentimentos perdurem na eternidade. Sei bem a saudade que sinto de quem já partiu, mas acima de tudo, o que me faz ponderar, é saber se fui capaz de entregar o meu coração. Amei-os tempo e intensidade vibrante suficiente? Mostrei-lhes isso, sem orgulho, sem preconceito? E quem hoje vive à minha volta sabe o que sinto por eles? Bem podem imaginar corações voadores a saírem dos meus verdes olhos, porque um coração cheio de amor para dar, é retribuído com a graça de uma vida plena e tem direito a congelar os sentimentos para sempre.

A minha vida em loop tal como a música de Freddy Mercury. Não devemos viver ignorando a morte; devemos viver sabendo que a sua presença vai-nos ajudar a viver para sempre. Quem não quer?

Maré Alta. Maré Baixa

Tudo influencia. O mar sobe e desce todos os dias em circuitos cronometrados, perfeitos. O mar leva e devolve. Devolve e volta a levar. Uma limpeza daquilo que não lhe pertence, não se encaixa.

A vida é assim mesmo. Vamos enchendo e vazando, dando e levando. Tal e qual o mar. Dizem-me muitas vezes que sou uma pessoa corajosa, cheia de força. Não sou. Tento, antes, todos os dias, aproveitar o melhor de cada maré. Talvez seja mais chica esperta do que corajosa; talvez saiba relativizar muitos assuntos e dar apenas importância ao que tem importância. Mas é uma contínua aprendizagem. E não é a vida mesmo assim, um ensinamento constante?

Foi por pesquisar pensamentos idênticos, formas de estar assim simples que dei pela Lokai. Faz um ano que está comigo e relembra-te todos os dias da sua mensagem.

A Lokai é uma pulseira com pequenas esferas e dá vida a um círculo fechado. A vida é assim mesmo, redonda, redondinha. Fechada neste circuito de fases, de sobe e desce. Cada uma das esferas, transparente, é então uma fase da vida. Depois entra em cena uma esfera preta que contém lama do Mar Morto, a parte mais profunda da terra; e na ponta oposta a esfera branca com água do ponto mais alto da terra, o Evereste.

A mensagem só poderia ser esta.

Quando tiveres num momento baixo da tua vida, mantém-te com esperança. Quando tiveres num momento alto da tua vida, mantém-te humilde.

Trabalhar a mente faz parte do cardápio de uma vida saudável. Celebremos hoje a vida e sejamos gratos pelo que temos. É quanto basta para manter um espírito corajoso, forte como me dizem ter.

Palavra de sal. www.mylokai.com

Osú. Beachwear com quê de sagrado

O nome intrigou-me e a delicadeza das peças conquistou-me. Sou etérea, lírica e poesia mas não pensei que alguma vez pudesse encontrar biquinis que me representassem essa maresia. A Osú veio contrariar essa ideia.

Há um quê de experiência nas peças. Conta Kika Seabra, de 26 anos, formada em design de moda, sempre teve vontade de trabalhar com lycras e durante 3 três anos foi dando vida aos biquinis e fatos de banho que imaginava. Por sentir que havia boa aceitação daquilo que criava, apercebeu-se que lhe faltava um elemento para fundamentar o nascer da marca. Margarida Oliveira, 26 anos, designer de interiores, com quem partilha gostos e um percurso idêntico, foi quem justificou essa falta. E a história da Osú começa assim.

Juntas fizeram nascer a Osú. O nome, foi a parte engraçada, segundo a Kika. Certo dia, em casa de uma amiga, deram conta da existência de um animal que iria dar origem a esta marca de beachwear portuguesa. Tratava-se de uma espécie de galinha de silhueta e padrões invulgares, a galinha d’Angola.Intrigadas, começaram a pesquisar sobre esta espécie e aperceberam-se das inúmeras lendas sobre a mesma, de onde se conta quão feia era considerada, mas dotada de muita bondade. Entre letras e histórias, a palavra Osú, que é na verdade a crista desta galinha imperiosa, deu sentido à criação de biquinis, triquinis e fatos de banho que planeavam.

A Osú é assim uma marca sagrada para se passar a ter na gaveta do verão. Como as próprias explicam, o espírito da Osù está intimamente ligado à palavra etérea, pela delicadeza que é transmitida e sentida em cada modelo e padrão. “Desde a criação dos padrões, ao desenho de cada peça, até à criação dos moldes existe uma preocupação natural com a criação harmoniosa na junção das cores, linhas e traços desenhados”, explica a Kika, para que o resultado final seja o reflexo de peças lindas e femininas, que se revelam como uma extensão do corpo da mulher.

Para conceber o sagrado, a inspiração deste ano veio na traça e anos 70. O primeiro elemento foi trabalhado ao nível da forma o segundo, ao nível da silhueta e styling. Esta é a premissa da dupla criativa, trabalhar sempre com duas inspirações para que o resultado seja o mais desprendido e inesperado possível.

Eu já me deixei render ao sagrado e ao profano. Vejam a coleção na página de Facebook e sigam-nas no Instagram. O site está para breve. Haja Osú na vida.

Pilares para uma vida saudável

Transformar o corpo de dentro para fora. Este é o primeiro passo para se querer viver de forma saudável. Abdicar de vícios, de ingredientes físicos e espirituais que nos prejudiquem. Ter a coragem de cortar com o que não interessa, assim de forma abrupta tal e qual como se arranca de uma só vez, um penso rápido. Vai doer, prometo, mas compensa.

Temos de nos recordar continuamente que somos dotados de livre-arbítrio, temos poder de escolha. Vivemos a vida que queremos, sempre assente nas nossas escolhas e suas consequências. Para mim, mudar de vida, significou agarrar-me às boas escolhas, interpretar o que me rodeava para saber o que era necessário alterar. Dia após dia. E deixar-nos apaixonar por essas mudanças que vamos fazendo e sentindo. No entanto, sou da opinião que temos de ter pilares para dar inicio a uma nova jornada na nossa vida. Para viver neste status social de ser saudável, tive de interiorizar os meus pilares, que agora aqui partilho para vos orientar.

Prepara o caminho para o sucesso

Para conquistar um estilo de vida saudável o primeiro passo é abrir caminho ao nosso sucesso nesta mudança. Sugiro, em primeiro, uma limpeza a todos os alimentos que não sejam saudáveis: batatas fritas, bolachas, cereais e barras de cereais, sumos e refrigerantes, chocolates, doces, entre outros. Tudo fora do nosso alcance. Depois, há que substituir por verduras, legumes, frutas frescas, leguminosas, aveia, chia, só coisas boas. Mesmo.

Segue-se a introdução à atividade física. Obrigatória. Há que criar um espaço em casa para fazer exercício, investir em equipamento desportivo como halteres, caneleiras, bola medicinal, tapete. Aos poucos reunimos condições para querer fazer desporto. E se ainda assim faltar motivação, talvez estas dicas ajudem.

Ambos criam o cenário para querer ser saudável. Junto a isto a técnica da visualização, como encontrar fotografias de pessoas, objetos ou alimentos que representem aquilo que queremos ser ou atingir (tenho muitas no meu telemóvel).

Aprende a movimentar o teu corpo

É fundamental ter mobilidade. É mais do que praticar desporto. Precisamos de aprender a movimentar o corpo, dar-lhe a agilidade necessária para termos uma postura direita e vivermos sem dores nas articulações ou nos músculos. E que movimentos são esses? Saber usar o core (zona abdominal) para ajudar a manter a coluna direita; ganhar músculo nos glúteos para exercerem a sua função de forma correta, certificar que temos mobilidade suficiente na anca para desempenhar movimentos de forma natural e sempre sem dor. Quando sabemos usar a nossa máquina como suposto, praticamos atividades físicas com outra força de vontade.

Encontra a tua paixão desportiva

Paddle, ténis, surf, yoga, skate. Ao descobrir a nossa paixão por uma atividade física vamos ter muito mais motivação em querer fazê-la diariamente (ou pelo menos 3 vezes por semana). O que importa é gostar do que estamos a fazer, como tudo na vida. Quando gostamos verdadeiramente de algo, queremos sempre mais. É tão simples quanto isto.

Mede os teus resultados

Balança? Isso não é medir o nosso sucesso. O peso é irrelevante. Quando vivemos de forma saudável, tudo se resume à criação de hábitos, bons hábitos, e a vontade de os seguir sempre. É preciso, em primeiro, ganhar consciência do nosso momento presente – o que fazemos por nós próprios, que nutrientes dou ao meu corpo, descanso o suficiente? Depois é que passamos para a consciencialização do que queremos atingir. Eu faço isto de forma simples: um diário onde anoto todas as mudanças que fiz e faço, os treinos, os planos alimentares. Assim posso sempre medir o meu progresso e continuamente alterar os meus maus hábitos que tentam sobreviver.

Há quem tente saltar diretamente para a mudança e escapa a este processo de criar pilares, de ganhar consciência sobre o que se está a fazer e registar o progresso. Tudo isto tem-me ajudado a manter o foco, a ver valores para lá de excelentes nas análises médicas e de me apaixonar todos os dias por ter feito a escolha de ser e viver saudável.

Eu Voke escapar-me daqui para fora

Quero enfiar-me num avião e escapar daqui para fora. Provoca-me isso, nova a coleção da Voke.

Está ali imbuída uma irreverência nas peças de banho da marca portuguesa Voke. É esse o objetivo, o de nos provocar algo. A mim, desperta-me este desejo de voar até uma praia deserta e tingir a pele com o sol quente, vaidosa a desfilar o Quicksilver como extensão da minha personalidade.

Para chegar a esta marca vibrante, Sofia Charola e Inês Franco tiveram de descobrir na amizade de infância o porquê da sua união, e foi o amor pela praia e o talento para criar que acabou por justificar o encontro do destino. Nasceu assim a Voke para mulheres confiantes e arrojadas, cuja postura na praia tem de refletir o seu estilo de vida.

A coleção deste ano é uma autêntica escapatória à nossa rotina. #ESCAPE assenta nesta ambiguidade de fugir a algo para nos tornar livres. Aconselho a fugir até à página de Facebook para ir conhecer a coleção, comprar na plataforma MINTY ou ainda, passar pelo showroom no Príncipe Real, Rua D. Pedro V, nº133/135, em Lisboa. O site vai estar em breve disponível (www.vokeswimwear.com).

Eu vou apanhar um voo #ESCAPE porque o calor já pede um mergulho com um fato de banho cheio de personalidade. Quem me acompanha?

5 Dicas para Vencer a Preguiça e Começar a Treinar de Manhã

Enganas-te se pensas que não custa a todos os corredores, yogis e surfistas sair cedo da cama para se dedicar à atividade física. Custa pois. Há dias em que chega a ser penosa esta discussão entre conforto da almofada e objetivo a alcançar. Só que nada nos impede de o fazer, nem esse sossego da manhã.

O que nos distingue é só mesmo a motivação. Para a alcançar há que fazer certas cedências ou alterações na rotina; é um ajuste tal e qual como se faz numa relação. As dicas que aqui partilho são algumas das boas práticas que gosto de manter e servem de sugestão para quem quiser começar a acordar cedo e atirar-se a uma corrida, ao ginásio, ao yoga…

#1. Come pouco ao jantar. Não é para comer apenas brócolos. A verdade é que se comeres alimentos mais facilmente digeríveis, nada de gorduras saturadas, e no meu caso, hidratos de carbono como pão de farinha branca ou massas, acordas com outra disposição. Evitas aquela sensação de corpo pesado pela manhã. Alimenta-te, mas escolhe bem o que pões no prato.

#2. Acorda com tempo. É preciso comer pelo menos meia hora antes de começar a treinar. Há quem não coma mas isso cabe a cada corpo decidir o que é a melhor prática. Para mim, dois ovos mexidos e espinafres (salteados ou em batido) antes do treino são suficientes para me dar energia. Acompanho sempre com um chá Yogi Detox para despertar o bom funcionamento do corpo.

#3. Preparar o plano de treino e o respetivo equipamento na noite anterior. Esta vale ouro. Olho para a cadeira ao fundo da cama e vejo o meu amanhã. É também chamado de dormir sobre o assunto.

#4. Deixa o pequeno-almoço feito. Se tens preguiça matinal para cozinhar, a solução é preparar o pequeno-almoço na noite anterior. Frascos de fruta e aveia são uma boa solução.

#5. Gere o despertador para respeitares o teu acordar. Há quem coloque o despertador longe da cama para poder saltar no primeiro toque. Eu não faço isso, sou disciplinada, deixo-o ao meu lado. Às vezes dou por mim a acordar antes do toque, coisa do hábito. Gosto de despertar com calma; o dia logo trará o stress não preciso que esse momento seja tenso. Acima de tudo, porque o meu dia começa com o meu momento, o meu tempo de treino, e é essencial que o viva com prazer.

Flor de Lima: um sonho de verão

Sinto a frescura da lima ao percorrer esta marca de biquínis e fatos de banho. Lembro-me daquela eterna sensação de sentir a temperatura da pele a descer quando entras na água fresca do nosso mar… Até estala como gelo na caipirinha. E isto é melhor ainda quando a frescura te surge desenhada no corpo com a coleção de biquínis da Thania e do Rui, a Flor de Lima.

A marca de praia nasceu em 2012 e aos poucos tem vindo a ganhar expressão no nosso mercado. O que é bom para todas as apaixonadas por biquínis como eu que começamos a ter por onde escolher e variar.

Entre flores do meu jardim e padrões mais geométricos, alguns modelos fazem sentir revivalista. A coleção DayDream reflete a concretização do sonho de Thania, que sempre pôs mãos nas costuras e agora dá vida às suas ideais e inspirações em peças exclusivas para a Flor de Lima. Um sonho para ser vivido e partilhado nas praias do nosso verão.

Para já podemos comprar peças Flor de Lima no Facebook, mas está para breve um showroom na linha de Cascais para irmos experimentar os modelos. O Sunshine e o Wave estão entre os meus preferidos. Posto isto, vamos às compras?

Flor de Lima » Facebook » Instagram

Momento presente: aqui e agora

Domingo. Quase um mês depois consegui voltar ao mar. Acordei de manhã cedo e vi que o sol tinha regressado; deu-me a energia que precisava para ir à praia. Arrumei a tralha, fato, toalha, biquíni e uma garrafa de água na mochila e arranquei até Carcavelos. O mar estava bonito, pouca gente, e a luz maravilhosa deste país. Não hesitei muito em tirar a roupa, vestir o fato pegar na prancha e entrar no mar.

Só que neste domingo, aqui e agora, o meu corpo não correspondia à mente. A mente não correspondia ao corpo. Sentia uma desconexão tal que me refugiava no olhar para o horizonte à espera de força de vontade para contrariar a cabeça. Estou cansada. Não ando a treinar o suficiente para isto. O mar ganha sempre, sacana é forte. Não vale a pena tentar mais, já estou cansada. Agora vem a asma, posso sempre falar da asma, é uma desculpa credível. Devia ter ficado em casa.

Isto foi o que fiz durante 30 minutos. Ali no mar criei uma série de obstáculos para não apanhar ondas. Não me consegui vencer. Esta voz interior que me impede de viver o momento presente porque na vida passamos 80% do tempo a lamentar o passado e a sonhar com o futuro. Mas em momento algum lembramos que devemos sempre sentir o momento presente como o único tempo que realmente interessa.

Enquanto me destruía em pensamentos negativos, o corpo começou a ganhar ânimo. Levei aquela meia hora para encontrar o ritmo, força na remada, caixa torácica para me afundar com a prancha. Dei a volta a cabeça. Calma, estás sempre a lamentar que não tens tempo para o surf e agora que aqui estás só arranjas desculpas para não surfar. Quando puxei por mim, deixei de divagar. Quando dei o meu máximo consegui apanhar ondas – ainda que sem grande estilo porque sou continua aprendiz – foram as minhas ondas; foi o meu melhor para viver o momento.

Sai de lá cansada sim, mas feliz. Calei a voz interior. Apercebo-me agora quão difícil é silenciar a mente. Mas tudo se consegue. Há que saber viver o momento. Aqui e agora.