Em 2018 vou abrir portas ao mar

Estou a terminar 2017 de sorriso na cara. Sentada na prancha, a contemplar a calma do mar com o sol a cair lentamente como pano de fundo, deixo que esse brilho me entre na alma. Sinto-me grata. Nesses breves instantes, vi o meu ano a passar. Procurei nestas minhas memórias os bons momentos deste ano, e que invariavelmente explicam o meu sorriso final em 2017. Este é de esperança, de saber que vou continuar a abrir caminho porque ainda há tanto por fazer…

≈ Viver de frente para o mar ≈

Em casa dos meus pais, vejo a praia no fundo da rua. Ainda me falta abrir uma porta de frente para o mar, de enfiar os pés na areia. Hei-de lá chegar, foi por isso que mudei de vida.

≈ Conhecer Bali ≈

Os meus dias pela Indonésia foram demasiados curtos. Não deu para conhecer tudo, mas felizmente ficou a sensação de que hei-de voltar. Em breve.

≈ Fazer uma surftrip num pão de forma clássico ≈

2018 é um excelente ano para por isto em prática. Diria até que vou ter rodas para andar. Só focar no objectivo que a magia acontece.

≈ Conquistar uma manobra de surf em 2017 ≈

Dei por mim a fazer um bottom turn e para mim conta como manobra (também porque não tinha em mente sacar um aéreo). Mas está na hora de elevar a fasquia, especialmente, no que diz respeito a conquistar os medos que ainda me fazem estragos na evolução do surf.

≈ Ensinar a minha sobrinha a surfar ≈

Os 3 anos já me parecem ser mais propícios para ensinar a miúda a surfar. Que seja um projecto cheio de esperança e eu seja apelidada como a tia cool do surf.

≈ Viajar para um destino de surf nos invernos ≈

Lisboa não conta, portanto há que por na agenda de 2018 uma viagem para o hemisfério sul, onde reine o sol e as boas ondas.

≈ Deixar a praia melhor do que a encontrei ≈

Além de apanhar plásticos e beatas na areia ou na água, sei que hoje estou mais consciente relativamente às questões ambientais, mais ainda no que toca ao plástico que está a destruir os nossos oceanos. Evitar o desperdício ao máximo é uma máxima para se manter no ano novo.

≈ Fazer um retiro espiritual todos os anos ≈

Viajar mais para dentro; encontrar-me e saber silenciar a mente. Eis uma prática obrigatória para todos os anos novos. Mas confesso que é um caminho difícil, daí ser importante manter este objectivo.

≈ Ser professora de yoga ≈

Durante um fim-de-semana fui professora de yoga. O feedback das minhas aulas foi positivo e sei que é algo que vou conquistar já em 2018. Na meta, o certificado de 200h de professora de yoga.

Aliás, todos estes planos são para se construir com alma. E tudo o que pede alma, pede tempo. O bem mais precioso que podemos ter. Que 2018 seja a porta que precisamos para seguir em frente, e que a minha se abra, preferencialmente, de frente para o mar.

#namaste, feliz 2018!